segunda-feira, 20 de julho de 2009



Poeiras Flutuantes...

(Homenagem Aos 40 Anos da Conquista Lunar)


Hoje descobri o quanto somos frágeis perante a imensidão da vida! Nós cometemos os maiores atos para sermos um exemplo no fim da nossa jornada nessa Terra. Muitas pessoas esquecem-se do valor moral e da ética, pensando somente no seu bel prazer, movidos por uma frase: “O Fim Justifica Os Meios”.
Pobres pessoas, somos somente um ponto insignificante flutuando no Universo, não passamos de mera massa que apodrecerá no fim dos dias... não importa o que faça, a morte é a chave para tudo. Dizem que no último suspiro de vida todas nossas respostas são respondidas e todos os mistérios da vida são ilustrados na luz que mostra o fim do túnel.
Oh, quantas questões que formulo em minha cabeça, quantos mistérios não respondido, de onde viemos? Para onde iremos? Existe ou não uma força incondicional que possui o valioso poder de julgar os vivos e os mortos? Estamos sendo observados por corpos celestes além do horizonte conhecido das galáxias?
Muitas pessoas dariam tudo, mas tudo mesmo, para verem suas dúvidas respondidas. Penso que isto vem com o seu tempo pré-definido, que não estamos aqui por acaso. Há algo nos esperando... as perguntas movimentam o mundo!
Céu? Inferno? Não tenho o poder de falar se existe ou não. Talvez seja algo criado para amenizar o medo da morte, que reconforta quando estamos na beira do fim. Não tenho o magnífico poder de saber se é ou não ruim o inferno, tudo depende do ponto de vista em que estamos!
Hoje descobri que somos um grão de areia no deserto. Um grão que está a mercê do vento para se mover, um grão que pode ser varrido por uma pessoa poderosa ou que pode simplesmente flutuar de um canto à outro.
Apenas viva, case-se, escrava um livro, tenha filhos e plante uma árvore, após isso você já terá as respostas para setenta por cento de suas perguntas, os outros trinta somente a morte dirá!